Avaí repudia atos de violência e se solidariza com torcedores agredidos na final

Em nota, o clube condenou os atos de agressão registrados dentro e fora de campo e expressou solidariedade às vítimas

A final entre Avaí e Chapecoense foi marcada por polêmicas dentro de campo e cenas lamentáveis após o apito final

Avai repudia atos de violencia na Ressacada
O Avaí lamentou o comportamento do aversário - Foto: Leandro Boeira / Avaí FC

Florianópolis, SC, 24 (AFI) – O Avaí se manifestou oficialmente sobre os episódios de violência ocorridos na Ressacada após a decisão do Campeonato Catarinense, que terminou com o título do time de Florianópolis. Em nota, o clube condenou os atos de agressão registrados dentro e fora de campo e expressou solidariedade às vítimas.

A final entre Avaí e Chapecoense foi marcada por polêmicas dentro de campo e cenas lamentáveis após o apito final.

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NOTA DE REPÚDIO

No comunicado, o Avaí destacou que celebrou a conquista do título estadual com entusiasmo, mas reforçou a necessidade de manter o respeito dentro do futebol. O clube se colocou à disposição das autoridades para a investigação dos fatos e reforçou que o esporte deve ser um ambiente de harmonia e não de conflito.

“Repudiamos qualquer ato de violência e agressão, independente de qual lado parta. O esporte deve ser um espaço de celebração, união e respeito”, afirmou o clube no documento.

O árbitro Gustavo Ervino Bauermann relatou na súmula que sofreu ameaças de morte e registrou agressões cometidas pelo técnico Gilmar Dal Pozzo e pelo meio-campista Giovanni Augusto contra a equipe de arbitragem.

MAIS EPISÓDIOS

Um dos episódios mais graves aconteceu com o volante Jímenez, da Chapecoense, que, mesmo já expulso, teria agredido dois torcedores do Avaí nas arquibancadas.

Apesar do posicionamento contrário à violência, o Avaí não mencionou na nota oficial o momento em que torcedores invadiram o gramado logo após a partida. O episódio também foi registrado na súmula e pode gerar punições ao clube.

Com os ânimos ainda exaltados nos bastidores, a Federação Catarinense de Futebol e o Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina devem analisar os relatos e definir eventuais sanções aos envolvidos.

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