Focado na estreia da Série B, Novorizontino participa de palestra sobre arbitragem

Na parte disciplinar, a CBF tornou a reforçar a necessidade do comportamento respeitável do capitão e demais atletas com os membros da arbitragem

Jogadores do Novorizontino receberam orientações sobre as novidades da temporada 2025, que estabelece tempo para goleiros recolocarem a bola em jogo e implantação do sistema de múltiplas bolas

Focado na estreia da Série B, Novorizontino participa de palestra sobre arbitragem
Focado na estreia da Série B, Novorizontino participa de palestra sobre arbitragem

Novo Horizonte, SP, 01 – Antes da bola começar a rolar pela Série B do Campeonato Brasileiro, os jogadores e a comissão técnica do Novorizontino tiveram uma palestra com o ex-árbitro de futebol e assessor da CBF Márcio Luiz Augusto, atualizando sobre as diretrizes da arbitragem na condução das partidas. A principal novidade é a regra dos oito segundos para o goleiro repor a bola em jogo, caso contrário um escanteio para o time adversário será marcado. Essa regra entrará nas leis do futebol em junho e será utilizada no Mundial de Clubes de 2025.

“Era seis segundos e agora são oito, com o árbitro contando mentalmente três segundos e com o gestual mais cinco segundos, mostrando para o goleiro que começou uma contagem e ele tem de repor essa bola em jogo, se ele não repor dentro destes oito segundos, a sua equipe vai ser penalizada por um tiro de canto. A gente quer que o futebol tenha mais tempo de bola rolando”, disse Márcio.

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Assim como ocorreu no Paulistão, terá o uso do sistema de múltiplas bolas para reposição mais rápida e bom andamento da partida. Serão posicionadas 15 bolas em torno do gramado, em cones, para que o jogador apenas a retire do suporte. Os gandulas vão apenas repor as bolas nos locais.

“Estamos aqui pra passar aquilo que a comissão (de arbitragem) quer que aconteça, tanto pelas equipes, como pelos árbitros. As mudanças de regras, o entendimento para que o jogo seja mais limpo e realmente possa fluir. Que os atletas possam entender aquilo que os árbitros vão apitar e aplicar, para que todos sigam um caminho só para o futebol, que ele seja mais limpo mais aproveitado e que as pessoas possam realmente assistir grande jogos, isso faz a parte não só do árbitro, mas também dos atletas”, disse Márcio.

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Na parte disciplinar, a CBF tornou a reforçar a necessidade do comportamento respeitável do capitão e demais atletas com os membros da arbitragem, além da regra da bola ao chão, número de atletas a aquecerem por vez na área determinada. Outro ponto abordado foi o Protocolo Global de Combate ao racismo implementado pela Fifa.

O procedimento de três etapas criou um gesto global contra o racismo no futebol. O gesto específico – os dois braços cruzados na altura dos punhos, com as mãos estendidas e os dedos esticados – deve ser feito pelos jogadores para avisar árbitros sobre insultos racistas. Atletas e oficiais devem comunicar ao árbitro por meio do gesto.

CONFIRA O VÍDEO COMPLETO DA PALESTRA DO NOVORIZONTINO

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